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A grande batalha

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  • Bergarox
    started a topic A grande batalha

    A grande batalha


  • FelipeMA
    replied
    finalmente lembraram né....

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  • Bergarox
    replied
    Os vencedores foram anunciados somente no tópico global no dia 23/05/2018 como podem ver NESTE LINK.

    Pedimos desculpas pelo ocorrido mas este que vos fala não estava presente nesta data.

    Aqui vai a lista dos premiados e parabéns pelas participações!
    1. Rank Kalijv Sezak
    2. Rank Biervampir Zephiros
    3. Rank Varkgorim Sezak
    4. - 10. Rank Kerui Zephiros
    4. - 10. Rank Mkil Sezak
    4. - 10. Rank Evenwiniel Axiol
    4. - 10. Rank SamuraiCN Sezak
    4. - 10. Rank Vallane Sezak
    4. - 10. Rank Spyru Zephiros
    4. - 10. Rank DarkVelvet Zephiros



    Obrigado!

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  • DarkWizardBR
    replied
    Bergarox Você pode fechar o tópico já passou uma semana. Aguardamos resultado do sorteio. Obrigado!

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  • Murium
    replied
    Sevidor: Kaizel
    Personagem: Murium

    Esta Estória ocorreu logo após recobrar minhas memorias e um grande mal impedir de se alastrar, fortaleci meu corpo e alma durante muito tempo, até o dia em que fui convidado a entrar para um grupo de aventureiros, uma grande guilda, lá fui chamado para um grupo de exploração a qual fomos investigar uma grande anomalia nas terras de Duelden na região de Salormis, lá encontramos uma grande caverna a qual exalava altas temperaturas e um cheiro forte de enxofre, adentramos a tal caverna e nos aventuramos no seu interior ao pisar em seu interior a alta temperatura da caverna ardia sobre nossas peles, encontramos diversos inimigos poderosos porem, logo no final encontramos um dragão a qual se denominava Deslan, a tal criatura possuía duas cabeças que trabalhavam em incrível harmonia, ele soltava rajadas de fogo qual queimava tudo o que tocava transformando o cenário a nossa volta em cinzas, mesmo na difícil batalha não tivemos ferimentos significativos e conseguimos derrota-lo e seguimos enfrente, logo após o corpo morto do dragão achamos uma escada a qual nos levou a um segundo nível dentro da caverna, lá tinham diversas barreiras as quais impediam nossa passagem derrotamos alguns monstros poderosos e algumas barreiras caiam até que um segundo dragão nos ataca, um dragão de pele cinza feito aço e que labaredas de chama saiam de seu longo pescoço Flicker era seu nome, ele nos atacava com forte golpes utilizando suas fortes asas e também soltava grandes rajadas de fogo foi uma dura batalha alguns de meus companheiros fora atingidos e ficaram impossibilitados de continuar a luta porem mesmo assim conseguimos derrotá-lo, após derrotarmo-nos esperamos até meus companheiros se recuperarem das feridas e assim conseguimos seguir adiante pois a barreira que impedia-nos de continuar tinha caído, aprofundamos ainda mais a caverna descendo longos lances de escada ate que nos deparamos com um lugar sem saída a qual possuía uma gigantesca ossada de um dragão quando tentamos retornar algo se mexeu de dentro daquele crânio lá de dentro saiu um terceiro dragão que nem podia ser comparado aos dragões anteriores ele possuía mais do que o dobro do tamanho deles e uma aura negra a qual quebrava nossas almas e queimava nossas peles Targash o senhor daquele refugio de Dragões, ele nos golpeava com sua forte cauda causado em mim e ao meus companheiros profundas feridas lançava um fogo a qual transformava em lava a terra a qual tocava olhando para meus companheiros vendo um a um cair criei coragem e ataquei com todas forças o temível dragão mas, fui atingido e me vi ao chão quando tudo parecia ter acabado e todos meus companheiros já no chão o mago de nosso time reergue do chão pela graça dos deuses e defere um golpe mortal ao dragão concedendo assim para nós a vitória e assim mais uma vez salvamos o mundo.

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  • Cenourinha
    replied
    Sevidor: Sezak
    Personagem: Evenwind

    Enova, Floresta Ambarina, o começo de tudo.

    Aranhas... Vou te falar viu; definitivamente as odeio, na verdade é mais um medo incontrolável de ver ou ouvir falar delas. Quando eu entrei naquela região pronta para me aventurar naquele novo mundo, foi com elas que eu dei de cara! No mesmo instante eu congelei, um calafrio percorreu meu corpo, não podia ser um dragão não? Então pensei comigo mesma; Ficar com a Linda na cidade e arranjar um marido também não seria ruim....

    Não! Não é isso que eu quero, preciso descobrir quem sou, não posso deixar aranhas gigantes e peludas me empatarem! Pensando nisso, bati com as mãos na face para recobrar o juízo, e bem, depois de muito ponderar, decidi atacá-las, eu só precisava acerta uma flecha, não ia ser difícil, apenas três aranhazinhas, só três...
    Com o arco em mãos, foquei-me em acerta no meio da cabeça de uma, mas a tremedeira não me deixava manter a flecha reta. ‘Vamos Even, você consegue’ eu repetia como um mantra. Concentrei-me o máximo que podia, lancei meu tiro e tinha certeza que havia mirado certo, mas a aranha virou-se e correu em minha direção!
    OH DEUSES...se o arco não fosse amarrado na minha mão eu teria deixando ele lá mesmo, corri em disparada pela trilha, atirando cegamente, ‘acertando’ em outras aranhas que estavam por perto, e logo tinha um enxame delas atrás de mim ( oras, pode rir de mim! O medo realmente nos faz fazer coisas ridículas).

    Acredito que vendo meu sofrimento naquele momento, um cavaleiro se prontificou a ajudar-me, ele não falou comigo, apenas atacou o enxame de pernas gigantes, pegou as que ele necessitava, e me deixou com três quase mortas, terminei de extermina-las catando as patas (com muito asco devo acrescentar). E antes que eu pudesse agradecer ele já tinha sumido. Voltei para a trilha, e encontrei o senhor a quem eu deveria entregar os restos dos bichos; e bem, para minha “alegria”, descobri que precisava não apenas pegar mais três aranhas, como seus ovinhos também...Ahh meu dia não podia ter ficado melhor.

    Sei que você gostaria que eu tivesse contado sobre como salvei Enova, ou como atrapalhei os planos do Orman no pandemônio, até mesmo quando encarei o rei dragão Kaisel no templo dos cavaleiros dragônicos, mas às vezes nossas maiores batalhas certamente não são contra monstros de 10 metros, e sim contra pequenos fantasmas interiores. E apesar de ter superado de certa forma meu medo (ei, que sorrisinho é esse?), ainda prefiro uma horda de zumbis atrás de mim.

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  • Kalljr
    replied
    Servidor: Sezak
    Nick: Kalljr

    Certa vez, eu e meus companheiros, adentramos uma caverna obscura em busca de tesouros poderosos e incomuns, que disseram-nos haver ali. Em poucos minutos nosso excesso de confiança desapareceu. Os monstros dali eram mais fortes que de costume, 10 vezes mais eu diria. Sem nos acovardar, avançamos, nosso amigo espadachim, Chagokan, sempre brincalhão sussurrava como se não quisesse que a piada irritasse os inimigos:“tá no inferno abraça o capeta”. Nossa domadora Mia, prevendo o que nos aguardava, entre um passo e outro murmurava: “eu avisei que ia dar m@#$%...”com tom de irritação.Avançamos, destemidos e orgulhosos. Derrotando bestas infernais. Passando por armadilhas que cuspiam chamas ardentes e enfrentando guardiões brutais.
    No fim daquela caverna imunda, avistamos um portal, que irradiava uma aura encarnada e hipnotizante, nos convidando a adentrar em nossa própria perdição.
    Ficamos ali parados observando...nossa mesmerizadora Vallane, sempre tão irresponsável, rompeu nosso silencio: “Bora logo!”gritou.Ainda deslumbrada com os poderes que acabara de adquirir.
    Do outro lado, a escuridão tomou conta do ambiente. Tomei a frente, seguido por meus amigos destemidos. E então daquele solo fétido,emergindo das profundezas do próprio inferno, surgiu a besta titânica. Enorme e translúcido,como se fosse imaterial. “Finalmente”pensei. Era Kaizel, a besta mais temida de Litenberg. Minha chance de enfrenta-lo havia chegado.
    O demônio dirigiu-se a mim: “Onde estão Belgatern, Zurataken e Salkless?” indagou. Antes que eu pudesse responder, ouvi a voz tremula de Chagokan proferir com rispidez:“nunca nem vi”. Todos deram uma breve risada, rapidamente interrompida pela fera:“RESPONDA!!”. Então, olhei em seus olhos assassinos, e sentindo minha alma congelar, disse com firmeza: “Todos mortos, e você será o próximo”.
    Prontamente ele atacou, atingindo-me brutalmente. Olhei para frente e vi meus amigos investindo bravamente. Kaizel era resistente, sua couraça parecia intangível. Flechas, facas, golpes de espada, nada parecia feri-lo. Além da força descomunal, possuía poderes magicos. Com um feitiço covarde, prendeu todos nós numa corrente mortal. Em seguida cuspiu uma chama pálida, derrubando Chagokan. Subitamente Vallane e Mia também caíram.
    Apesar de ferido, eu ainda podia lutar, porém me faltava vontade, como se tivesse desistido de viver “É o fim” Pensei. Então ouvi o urro de meus parceiros, esperançosos, mesmo na iminência da morte confiavam em mim ”VAAAAAI KAAAAALLLL!” Gritaram em couro. Então lembrei-me da poção que a artesã Merian havia me dado. “lhe dará grande poder contra as feras” disse ela. Era minha última esperança, lancei ao chão escudo e cetro, “obrigado por me manterem vivo até aqui”, disse a eles como se tivessem vida. Saquei a grande clava e a embebi com o liquido azulado, era magnifica, bom trabalho Linche! Obrigado Raina e Adelia, suas jóias preciosas fazem minha força transcender além dos limites. Me sentia invencível.
    Então ergui-me, investindo contra meu destino incerto. Kaizel se posicionou para conjurar sua chama fria contra mim. “Tolo...”pensei. Esquivei-me da morte e brandi minha clava poderosa contra ele. Um golpe perfeito, nem a mais intransponível das defesas suportaria. Num Berro estridente a Fera sucumbiu, dizendo “A morte é só o começo do vazio.”.Nunca esquecerei essa frase.
    Last edited by Kalljr; 03-05-18, 01:54 AM.

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  • Pank147
    replied
    Servidor: Sezak
    Personagem: Pankekask

    Santuario dos Cavaleiro Draconicos

    Eu e mais 4 amigos da guild resolvemos fazer Santuario no nivel 5, na epoca poucas pessoas conseguiam fazer, Entramos no santuario e apos o terceiro boss um dos players tomou DC restando apenas 4 players, o que na epoca ja era dificil fazer em 5,chegamos no ultimo boss e entramos na profundezas do calabouço do Kaizel, um dos players morreu e gastou todas as pedras antes do boss chegar 12x de hp, e o outro ja tinha gastado 3. Sem muita esperanças continuamos a tentar, gastamos todas as pedras possíveis e o boss chegou a 2x de vida e morrermos, tivemos que recomeçar, entramos novamente, porem como nao tinhamos mais pedras tentamos usar porção pra aumentar o dano do tipo fera,mas nao resolveu, pois quando chegava no 12x alguem morria no pentagrama e matava a pt toda, tentamos, tentamos e tentamos, apos 3 horas, isso mesmo 3 horas tentando sem parar tentamos uma ultima vez e quase conseguimos, mas as esperanças ja haviam se esgotado, entao decidimos deixar pra la, ficando sem drop, sem porção e sem pedra.

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  • HognusBr
    replied
    Servidor: Sezak
    Personagem: Hognus

    Pela centésima vez as polias rangeram, levando o chão de ferro em direção aos céus. Eu ergui a cabeça e senti o ar penetrar por entre a viseira do elmo, refrescando meu rosto empapado de sangue e suor. Mais uma batalha, só mais uma para que eu pudesse provar minha glória e honra a Rugard. Rezei em silêncio, sem sequer ajoelhar, pois sabia que as pernas cansadas não levantariam novamente. O chão parou com brusquidão. Chegara a hora. Fendas rasgaram o ar e escarraram monstros para todos os lados, todos bem maiores do que eu. Avistei o cinzento Anilata, o asqueroso Lupa e um terceiro que não conhecia. Este último tomou a dianteira e se apresentou como Aveeter. Ele gargalhou de minha loucura e proferiu deboches, uma tentativa vã de me apavorar, pois o mero ato de pensar era demasiado para o meu corpo cansado. Beijei o brasão de Rugard e toquei no artefato que, com tanto esmero, forjei para aquele momento. Lembrei-me do aviso de Mukler sobre seus efeitos, contudo o tempo de ser prudente passara há muito. Incrustei Histeria em minha arma e senti todos os músculos do corpo tornarem-se mais pesados. Decerto que me desesperaria, se não soubesse do poder oculto que aquela relíquia carregava. Os monstros, irritados por serem ignorados, rugiram e investiram contra mim.

    As fortes passadas fizeram o chão tremer novamente. Em minha frente havia espadas, garras e dentes, mas ainda assim eu me mantive imóvel. Fechei os olhos e aguardei. Ouvi seus golpes rasgarem o ar, seguidos pela estrondosa sinfonia que fizeram ao se chocarem contra uma parede etérea. Agora fui eu quem gargalhou. Monstros são estúpidos e não entendem nada sobre estratégia. Um espectro conjurou seu baluarte segundos antes dos golpes me acertarem, um movimento errôneo que custaria a todos suas patéticas vidas. Saltei para trás, seguido pelas feras, e convoquei os espíritos de meus seguidores mortos. O clarão desceu dos céus feito um relâmpago, acompanhado pelo grito de guerra de meus camaradas caídos, suprimindo qualquer esperança e desatando o terror nos grunhidos de meus inimigos. Eu estava louco, gargalhava com o frenesi, com a glória a poucos centímetros de meus dedos. Levantei meu martelo de guerra, sentindo o poder da Histeria fazendo meus músculos vibrarem, expurgando qualquer resquício de cansaço que existira. Naquele dia eu me senti o arauto da guerra cuja mensagem fora transformar o chão de ferro em um lago de sangue, tripas e ossos quebrados. Restou apenas o poderoso Aveeter, incrédulo ante a carnificina que eu derrubara em seus semelhantes. Ele urrou e rodopiou em minha direção. Minha experiência me dizia que aquele seria meu fim. Convoquei o símbolo do poderio de um Senhor Sombrio, o Cavalo das Trevas. Ele dançou por entre os golpes de Aveeter feito um xamã que caminha na fogueira de um ritual. Seus olhos imbuídos com o fogo do inferno foram a última coisa que Aveeter viu, antes que os poderosos cascos de meu companheiro estourassem seu peito e derramassem seu sangue impuro.

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  • Seytzer
    replied

    Servidor: Sezak
    Personagem: Vallane

    O amanhecer em Angra Weiss. O início de uma união.


    Um farfalhar nas folhas fez a pequena elfa se contorcer. A princípio pensou que era o vento, mas quando um animal passou agilmente sobre os arbustos ela se agachou e seu companheiro, Kall, disse:

    "Acalme-se, Vall. Você está tão forte quanto a personificação da força nos dias de hoje". A elfa começou a mexer em seus cabelos e olhou para seu companheiro que estava aparentemente calmo, dizendo:

    "Fácil para você dizer". Kall parecia estar ignorando-a. No começo ele estava bem, mas depois começou a ser irritante e depois frustrante. O silêncio foi preenchido com uma forte tensão, que foi quebrada quando um outro jogador surgiu, aparentemente "do nada", bem acima dos dois guerreiros solitários. O jogador, que aparentava ser muito forte, olhou para Vall e então se dirigiu a ela, cuidadosamente se esgueirando ao seu em torno antes de levar a boca a seus ouvidos.

    "Isso não é uma boa idéia, elfa", ele sussurrou.

    Kall, notando o medo percorrendo o corpo de sua companheira, diz calmamente: "Não precisa se preocupar. Minha clava e meu escudo nunca perderam uma batalha". Os dois guerreiros olhavam um para o outro com desconfiança no escuro da noite.

    Um uivo ecoou. A atenção de Kall despertou e ele estava se preparando para uma luta. "Corra", ele brandou. Ambos hesitaram até que um cachorro enorme (Crayon) entrou na clareira. Clava desembainhada, Kall saltou. A pequena elfa, mantendo distância, se juntou ao companheiro na batalha.

    Crayon rompeu a noite silenciosa, acordando todos dentro de um milhão de milhas. Perseguindo o som da batalha, alguns guerreiros apareceram. Eles chegaram a tempo de ver a elfa esmurrando o estômago do cachorro, pois teve seu arco quebrado. Eles observaram Kall lutar, pousando nos ombros do animal e enterrando a clava em seu pescoço. O cachorro uivou de dor e atacou, criando uma ferida aberta em torno de sua pele. Observaram quando o cachorro caiu. Kall sentiu um corpo flácido cair sobre ele; e virou para sua companheira, já inconsciente.

    Quando o cachorro teve o seu último suspiro. Kall viu todos aqueles observadores os ajudando, todos curvando suas cabeças, e observou quando sua companheira morreu. Sua vida nunca mais seria a mesma.

    Kall se culparia pela morte da amiga, porém, agora ali ele conseguia o início de uma união. Uma guilda. Amigos com quem ele poderia contar sempre que precisasse. Era esse o sonho de Kall e Vall.
    Last edited by Seytzer; 30-04-18, 01:37 PM.

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  • Seytzer
    replied
    Servidor: Sezak
    Personagem: Vallane
    CRIAÇÃO DO MUNDO LENDÁRIO


    Rugard, soberano dos deuses, ordenou que a deusa Akneria criasse um mundo. Akneria criou um mundo belo, junto de sua população: dragões, humanos, elfos, ashas e kanturus.
    PESADELO DA DEUSA


    Rugard ficou muito satisfeito com o mundo criado. Anilata logo ficou com ciúmes e envenenou sua irmã Akneria com o veneno da corrupção — um veneno tão potente que poderia destruir a alma de uma deusa. Rugard a salvou deixando-a cair em um sono profundo, enquanto Anilata fugia para um lugar onde o poder de Rugard não poderia alcançá-lo.

    A GUERRA


    Como a corrupção de Anilata penetrou em Akneria, também se espalhou em seu mundo. Os humanos se tornaram gananciosos e alguns deles começaram a realizar magias proibidas. A natureza foi contaminada. Finalmente, a guerra estourou.

    APARECIMENTO DOS NOVOS DRAGÕES E DOS ANTIGOS


    A energia maligna gerada pelos experimentos humanos acabou rompendo as fendas e demônios surgiram. O mal em forma de dragão invadiu o reino e começou a destruí-lo. Muitos tentaram detê-lo, inclusive os dragões que protegiam o reino. Apesar do vínculo que compartilhavam, Und (o dragão da proteção) lutou contra o mal e finalmente o matou para salvar o reino. Os dois dragões desapareceram, mas os fragmentos de seus poderes permaneceram enterrados no solo e, com o passar do tempo, novos dragões nasceram deles.

    A PROFECIA E A MORTE DO SÁBIO


    Dia após dia o conhecimento dos habitantes sobre magia tornou-se mais forte. Targash queria parar esse avanço e então decidiu atacar Martinez, o sábio. Nessa batalha, o sábio infligiu uma lesão severa em Targash, forçando-o a se esconder e se recuperar secretamente. Apesar da vitória do sábio, ele sucumbiu aos seus próprios ferimentos. Antes de sua morte, ele previu três coisas: haveria um conflito entre as raças, a era das trevas logo despontaria para todos e, por último, ele previu a chegada do profeta durante a era das trevas e proclamou que ele seria um verdadeiro descendente de Rugard.

    O RESSURGIMENTO


    Assim que Targash se curou, ele continuou de onde parou e corrompeu o mundo com seu poder sombrio. O mundo enfrentou outra crise. Embora os habitantes do reino tentassem continuar, a ameaça piorava a cada dia.

    O PRIMEIRO ATAQUE


    Elfos estabeleceram relações diplomáticas com os humanos, a fim de salvar o reino, juntamente com outras raças. A arqueira MiaKa, o Feticeiro Murj, o guerreiro Chagok, a oradora Vallan e o Cavaleiro Kall se tornaram líderes dos matadores de dragões. Eles participaram do ataque ao refúgio do dragão e finalmente o derrubaram. Infelizmente, Murj morreu em batalha, e MiaKa e Chago sofreram os efeitos posteriores e nunca puderam se recuperar completamente. Enquanto isso, Vallan voltou para Ohrdor e os membros Matadores de Dragões estavam todos espalhados. Independentemente disso, a lenda do primeiro ataque ao dragão ainda está sendo contada até hoje. Muitos aventureiros sonham com os heróis e poetas contam sobre o lendário ataque.
    Last edited by Seytzer; 27-04-18, 01:59 PM.

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  • Cenourinha
    replied
    Servidor: Sezak
    Personagem: Evenwind.

    [Refugio do dragão]

    O que agora vou conta,
    A estória de um tesouro,
    Guardado por seu dragão
    Que dentro de seu covil,
    Refugiado lá estava
    "quem tem coragem de me desafiar - ele rosnava"
    Direto para lá um grupo foi,
    Bravos heróis, com sonhos e armas na mão.
    Entraram caverna à dentro,
    Esperança chamuscando no peito,
    Ainda que o medo insistisse em seus corações.

    Na entrada o dragão esperava,
    Um brilho roxo dele escapava,
    "Não levarão o tesouro de mim!"
    A feroz luta surgiu,
    As espadas soaram, escudos golpearam.
    Mas o monstro forte estava,
    Com suas garras
    Dois heróis ele derrubava,
    A fé se esvaindo na fumaça!
    O sangue escorria,
    Homem e criatura
    Ambos machucados,
    Sem largar a coragem, um deles esperou.
    Numa só flecha, o olho do dragão ele acertou!
    Mais o pior estava por vir,
    O Dragão num piscar de olhos, voou alcançou.
    De lá do alto, espinhos ele lançou,
    Os homens caiam, os espinhos lhe feriam,
    Com suas poções benzidas, por pouco vivos saiam.
    A fera logo desceu, Num grito ele chamou,
    Saídos das sombras capangas os cercaram,
    Enquanto o dragão em seu fogo os consumia
    Num grito de dor, um cavaleiro caiu,
    Da perna ferida, o sangue escorria!

    Dois companheiros, de pé restaram,
    A adrenalina queimando seus corpos,
    A fé ainda viva!
    Juntaram suas forças,
    Dois seres em um só,
    Uma espada, arco na mãos,
    Revidaram no terrível dragão,
    Ameaçado o dragão se sentiu,
    Um escudo de ossos dele surgiu,
    As flechas mal funcionavam,
    E o dragão se gabava,
    ‘Eu vencerei!’

    Ambos já esgotados,
    O cansaço tomando lugar da força,
    Avistaram um dos amigos, aos pês do dragão
    A fúria brilhou em seus olhos,
    " A vitória nossa será, vil aberração’’,
    Com as forças que restavam,
    Lançaram-se sobre o inimigo,
    Flechas cortando o ar, e os duros espinhos;
    Já não resistiam.
    Então a espada brilhou,
    O blader no ar dançou,
    Com sua arma, o coração da fera,
    Ele apunhalou!

    Um rugido...e o silencio se fez,
    Morte a besta encontrou.
    O tesouro lá os esperava,
    Suspiros e risadas de suas bocas escapavam..

    Cinco lá entraram,
    Cinco de la saíram,
    Vivos ou mortos amigos sempre seriam,
    Os feridos, nas costas botaram,
    Nas mochilas o tesouro brilhava.

    O ar de fora do refugio,
    Bateu em seus pulmões,
    Aliviados, exaustos, feridos
    Porem vitoriosos foram.

    Mas à terrível batalha,
    Jamais esqueceriam.

    E certamente, nem o dragão...

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  • SamuraiCN
    replied
    Servidor: Sezak
    Personagem: SamuraiCN

    Sala do Dever - Castelo Sangrento

    Começando mais um dia normal como qualquer outro Dark Lord de Lorencia, SamuraiCN fora fazer as quests diárias da Sala do Dever, escutou historias sobre um tal castelo, diziam ser amaldiçoado. Com o desejo de testar sua força ja que ninguém jamais o havia derrotado foi em busca do Castelo.
    Logo que o encontrou, o primeiro portão se abriu, como quem convida para uma armadilha. O sorriso em seu rosto mostrava como se nada pudesse ficar em seu caminho.
    Montado em seu Cavalo Sombrio: Uma criatura que ele invocava das sombras- começou a cavalgar sobre a ponte, guerreiros esqueletos começaram a surgir das profundezas da ponte: Nada puderam fazer, atropelados pela montaria iam caindo como chuva da ponte eterna, quando um portão gigante o fez parar.
    Nesse momento uma criatura gigante pulou sobre ele: Era Muspell, o guardião da entrada do castelo. SamuraiCN sentiu a adrenalina correndo sobre suas veias. O enorme monstro gritava com furia, dizendo que ninguém poderia passar por ele. Muspell girava o machado em suas maos, tentando derrubar o DL de sua montaria.
    O guerreiro decidido a entrar no castelo desviou do ataque mais poderoso de Muspell e usando um Arremesso de Arma, conseguiu derrubar a enorme criatura, com um único ataque, derrubou o portão e adentrou direto na armadilha do inimigo. Logo percebeu que haviam monstros do pandemonio tentando reviver o líder dos cruzados, nesse momento SamuraiCN com uma Investida Cruel, derrubou todos os monstros de uma só vez, com isso sombras de monstros e cavaleiros caídos, começaram a surgir de todas as direções.
    Era o que ele desejava, com sua Clava e seu Escudo, foi derrubando um por um, em uma batalha epica e sangrenta, quando se viu cercado de tais criaturas, sem podendo nem mesmo mexer um músculo do corpo, usou ataque Chamas Eternas: Sua armadura ardia em chamas e fazia os decaídos derreter feito gelo, nesse momento surge Dulahan, um dos generais do pandemônio.
    Dulahan não era como os outros, era muito forte, mas mesmo assim não foi o bastante para SamuraiCN. Após um pouco de silencio, o caixão de cristal se quebra e surge o maior de seus rivais: Anillata
    - Vou rasgar você ao meio!- Com um grito de fúria ataca o nobre cavaleiro. Desviando dos ataques, SamuraiCN encontrou um oponente à altura, defendendo golpes com seu escudo, a espada de Anillata passava a centímetros de sua garganta. Nesse momento o DL decidiu lutava como nunca, mostrando seu verdadeiro poder, porem Anillata não recuava.
    Já sem saber o que fazer, quando sentiu o Amanhecer queimar sobre seus ombros, percebeu as luzes do poder do ultimo a derrotar Anillata: A fúria de Ruggard, junto com as luzes do amanhecer, em uma enorme explosão de luz, selou Anillata novamente.
    SamuraiCN já não tendo mais forças, ajoelhou- se na frente do Trono do castelo, e viu como uma imagem descendo do céu, a sombra de Ruggard, com quem toca seu ombro e abençoa o nobre guerreiro. Ao voltar para a Sala do Dever, muitos guerreiros o aplaudiram por seu feito, quando um desses lhe diz: - 2 minutos foi um bom tempo!

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  • DarkWizardBR
    replied
    Servidor : Sezak
    Personagem: DarkWizardBR

    Local: Duelden - Refúgio do Dragão
    '' A morada dos dragões ''


    Nossa historia começa no refúgio do dragão que fica a oeste de Salormis, no continente de Duelden, Muitos monstros invadiram a área e a cidade do canal foi destruída pela infecção.Com resultado, o acampamento do exército Tephakin ficou abarrotado de refugiados... Mas naquela noite um viajante aventureiro guerreiro com nome de DarkWizardBR da raça War Mage, chegaria para explorar o continente. O War Mage usa fortes poderes mágicos para destruir inimigos no campo de batalha. Embora sua defesa seja baixa, seus poderes de ataque são suficientes para fazer dele um bom causador de dano, apesar de seu nível ser baixo ele achou uma morada de dragões antigos adormecidos. Existe um conto que fala que A morada dos dragões que se estabeleceram lá dentro depois que começarem a busca pelas Lágrimas de Neria. também conhecidas como “O Apagador dos Deuses”

    Nosso guerreiro War Mage decide então entrar... sozinho já que ele tinha Poder de combate 97.250+ poderia entrar facilmente mas, A morada de dragões é uma das masmorras mais poderosas e o lar de dragões antigos adormecidos, A sede de explorar e a cobiça pelo poder frustraram os olhares e nosso guerreiro não sequem pensou duas vezes e logo entrou a dentro da morada. Forjado com peças Mitícas, poções de encantamento, e pedras contra dano Fera, nosso Guerreiro adentra da morada...

    O lugar tinha odor forte de animais podres e fezes de dragão, E No calor da batalha contra vermes moribundos da morada ele encontra seu primeiro Chefe um Dragão antigo chamado Deslan, Deslan por sua vez feroz acordou e logo jogou uma forte lavareda de fogo a sua frente, Mas o estilo de batalha do War Mage era supremo, suas habilidades faziam ele desviar de todos os ataques do Deslan; A batalha se estendia, War mage quase cansado com vários ataques mágicos. Consegue por fim matar o dragão antigo... Sua recompensa foi diversos itens que o Deslan lhe deu com sua morte, experiencia e uma conquista, e para nosso guerreiro aquele momento significava muito...

    Logo se espalhou os boatos que um guerreiro magico tinha matado o primeiro dragão da morada, por sua vez o grande Targash, lhe desafiou e lhe esperava para sua ultima batalha no fim da morada onde se encontrava a ultima e grande batalha final... ''As cronicas de gelo e fogo''.

    Fim!



    Próximo capítulo: 'As cronicas de gelo e fogo''. A Batalha final de Targash o Furioso.

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  • Cenourinha
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    Servidor : Sezak
    Personagem: Evenwind

    Duelden - Planície de Bredrice


    Era mais um dia qualquer, meus bolsos estavam cheios e meu sorriso largo, eu já tinha entrado na fenda quatro vezes, ia entrar a quinta e ultima vez. Reza a lenda, que passando disto, corre o risco de você sair com um braço ou olho extra no corpo, eu meu caro prefiro não arriscar, ‘que Akneria me livre disto’, sempre digo.

    Entrei e me deparei com um novo mundo, as fendas sempre nos levam à lugares distantes e desconhecidos, era uma área enorme, parecendo um grande templo de deuses, corredores e longas escadarias iluminados por tochas de uma chama azul fria, um lugar que certamente foi glorioso; já havia limpado toda a área da direita, tomando cuidado com armadilhas estava atraindo os monstros do outro lado, medonhas criaturas humanoides empenadas, quando logo à frente ele apareceu...No meio de um corredor cercado de bichos menores...o goblin das gemas verdes, eu nunca havia visto um, mas sabia que era muito valioso, presumi que fosse fácil igual os outros que achei e me vangloriei, ‘ah que sorte a minha’ pensei ‘ já está no papo’.

    Tolo engano!

    Pulei em cima dele e dos monstros ao redor, como quem vai ao pote com uma sede de dias... Joguei tudo que tinha... Nada adiantou! Nem ao menos arranhei o bendito!
    "Como pude acerta todos, menos nele!" Ele continuava correndo com o grande baú de gemas sacudindo pelos lados, desviando, pulando, rápido como nunca havia visto, ‘Como não acerto uma única adaga, nunca vi nada tão liso na minha vida!’ esbravejei.

    Obstinada continuei minha missão de pegar o espertalhão goblin, num salto lancei meu ataque, quando ele ficou imobilizado, foi minha chance, mas ainda sim ele continuava ileso.

    Então percebi que na verdade eu não estava errando, simplesmente não dava dano! Era como se ele fosse invulnerável a toda e qualquer coisa que eu lançava. Cercada de monstros que estava ignorando, não me dei conta de que quem iria virar recompensa seria eu, em desespero joguei tudo que me restava, e de nada adiantou, ele entrou em seu portal e foi sabe-se lá para onde. Derrotada, envergonhada da própria ignorância, saí do lugar.

    Já fora da fenda, contemplei sua entrada, misteriosa; milhares de caminhos, e o goblin em um deles... Foi então que tomei minha decisão, puxei de dentro da minha armadura meu bem mais precioso, pendurada em um cordão, a chave da fenda, rara e confiada a mim por um velho amigo, olhei a sentindo a nostalgia das lembranças... “muito bem pequenina, seu momento chegou”, puxei a corrente que a prendia, e lanceia dentro do portal, por um instante uma luz dourada me cegou, “apareçam braços, e olhos em mim... nem que entre mais 100 vezes, vou te achar goblin, dessa você não me escapa!”... “ e que Akneria me proteja..” sussurrei for fim,
    e sem pestanejar, entrei na fenda.
    Last edited by Cenourinha; 20-04-18, 04:09 PM.

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